Fila da perícia médica no INSS atinge menor patamar em 34 meses com queda de 68% nos pedidos aguardando análise

Fila da perícia médica no INSS atinge menor patamar em 34 meses com queda de 68% nos pedidos aguardando análise

Tempo médio de espera nacional é de 24 dias, informou o Ministério da Previdência

A fila da perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi reduzida para 391 mil pedidos, o menor patamar em 34 meses. O número representa uma redução de 68% em relação a novembro do ano passado, quando a espera chegou ao pico de 1,2 milhão de solicitações. Os dados são do Ministério da Previdência Social (MPS).

O tempo médio entre o agendamento e a realização da perícia também recuou. Atualmente, os segurados aguardam, em média, 24 dias para serem atendidos. A perícia médica é uma etapa necessária para a concessão de benefícios previdenciários e sociais que dependem de avaliação da condição de saúde do segurado.

O Ceará é o estado com a maior quantidade de requerimentos na fila, com 56 mil pedidos. Em seguida aparecem São Paulo e Bahia, ambos com 44 mil solicitações. Em Roraima, Acre e Mato Grosso do Sul, a fila tem cerca de mil requerimentos.

Com relação ao tempo médio de espera pela perícia, o Estado do Rio está com 21 dias, sendo seguido por Tocantins (36 dias). O Distrito Federal está com 51 dias de espera.

 

Entre as ações que explicam a redução da fila estão a contratação de 500 novos peritos médicos em 2025, a realização de mutirões em todo o país, a telemedicina, e a ampliação da análise documental por meio do Atestmed, que permite a concessão de benefícios sem perícia presencial em alguns casos.

1. Como agendar
  • Online: Acesse o site ou aplicativo Meu INSS (ou ligue 135).
  • No processo: Faça login, clique em "Agendar Perícia" e escolha entre "Perícia Inicial" ou "Perícia de Prorrogação". 
2. Documentos essenciais
Reúna os seguintes itens organizados do mais recente para o mais antigo:
    • Documento de identificação com foto (RG ou CNH) e CPF.
  • Laudo e atestado médico atualizados (menos de 30 dias) contendo o CID (Código Internacional de Doenças), o tratamento, período de repouso estimado, assinatura, carimbo e CRM do médico.
  • Exames de imagem, sangue e relatórios complementares que comprovem a doença. 
3. Dicas para a avaliação
O perito foca em como a doença impede o segurado de trabalhar, não apenas no diagnóstico. 
  • Seja objetivo ao relatar seus sintomas e as limitações que eles causam no seu dia a dia e na sua função.
  • Leve uma Declaração de Último Dia Trabalhado (DUT) fornecida pela sua empresa, se for empregado de carteira assinada. 

Compartilhar

© 2020 · Martha Imenes. Todos os direitos reservados.

Criação de Sites e Marketing Digital - Agência Maya